Sinto e sei que sou capaz
Há uns anos atrás um professor de português comentou-me que devia escrever livremente. Isto porque na altura tinha muito a mania de escrever em forma de verso, ou quadras, como lhe quiserem chamar, porque me agradava muito fazer o jogo de palavras para elas rimarem. Hoje vou seguir o conselho e escrever sem regras, então cá vai:
“…
Sinto e sei que sou capaz de conquistar o mundo.
Sinto e sei que sou capaz de abraçar ou ajudar alguém.
Sinto e sei que sou capaz de magoar e derrubar alguém.
Sinto e sei que sou capaz de fazer alguém sorrir.
Sinto e sei que sou capaz de fazer alguém chorar.
Sinto e sei que sou capaz de ensinar algo ou motivar alguém.
Sinto e sei que sou capaz de desmoralizar e inferiorizar alguém.
Sinto e sei que sou capaz de transformar os meus sonhos em realidade.
Sinto e sei que sou capaz de destruir os sonhos de alguém.
Sinto e sei que sou capaz de pensar, agir e sentir.
Sinto e sei que sou capaz de acariciar e amar.
Por fim sinto e sei que talvez não seja capaz de dizer a alguém o quanto dela estou a gostar.
…”